quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Café, Velha e Nova “simples arma” contra o mosquito da Dengue.


Uma cientista paulista, a bióloga Alessandra Laranja, do Instituto de Biociências da UNESP (campus de São José do Rio Preto), durante a pesquisa da sua dissertação de mestrado, descobriu que a borra de café produz um efeito que bloqueia a postura e o desenvolvimento dos ovos do Aedes aegypti.



O processo é extremamente simples: o mosquito pode ser combatido colocando-se borra de café nos pratinhos de coleta de água dos vasos, no prato dos xaxins, dentro das folhas das bromélias; e a borra de  café, que é produzida todos os dias em praticamente todas as casas terá aos bolsos dos brasileiros um custo zero.
O único trabalho é o de colocá-la nas plantas, inclusive sendo jogada sobre o solo do jardim e quintal. Os especialistas em saúde pública, entre eles médicos  sanitaristas, estão saudando a descoberta de Alessandra, uma vez que, além da ameaça da Dengue três, possível de acontecer devido às fortes enxurradas de final de ano, surge outra ameaça, já realidade proveniente do exterior: a da Dengue tipo 4.

Conforme explica a bióloga, 500 microgramas de cafeína da borra de café por mililitro de água bloqueia o desenvolvimento da larva no segundo de seus quatro estágios e reduz o tempo de vida dos mosquitos adultos.  Em seu estudo ela demonstrou que a cafeína da borra de café altera as enzimas esterases, responsáveis por processos fisiológicos fundamentais como o metabolismo hormonal e da reprodução, podendo ser essa a causa dos  efeitos verificados sobre a larva e o inseto adulto.



A solução com cafeína pode ser feita com duas colheres de sopa de borra de café para cada meio copo de água, o que facilita o uso pela população de baixa renda e pode ser aplicada em pratos que ficam sob vasos com  plantas, dentro de bromélias e sobre a terra dos vasos, jardins  e hortas. O mosquito se desenvolve até mesmo na película fina de água que às vezes se forma sobre a terra endurecida dos jardins e hortas, também na água  dos ralos e de outros recipientes com água parada (pneus,garrafas, latas, caixas d'água etc.).

"A borra não precisa ser diluída em água para ser usada", diz a bióloga. Pode ser colocada diretamente nos recipientes, já que a água que  escorre depois de regar as plantas vai diluí-la. Ou seja: ela recomenda que a borra de café passe a ser usada, também, como um adubo ecologicamente correto. Atualmente, o método mais usado no combate ao Aedes aegypti é o da aspersão dos inseticidas organofosforados, altamente tóxicos para homens, animais e plantas.


Temos aqui, então, a possibilidade de trabalharmos harmonicamente, aproveitando “o que de certa forma já não nos será mais útil”, dando as mãos à Mãe Natureza e combater o que é prejudicial a “nós homens” sem causar maiores danos a nós mesmos, num futuro bem próximo. Sabemos que a RESPONSABILIDADE MAIOR é nossa! É justo cobrar do outro o que é NOSSO DEVER!? A COMUNHÃO nos faz Grandes e Poderosos! Nos Torna Capazes de Atos Espontâneos e Grandiosos que repercutirá apenas em nosso Próprio benefício, quando não projetamos no outro, as razões de nossa deficiência. Não estamos em busca de Algo Maior e Melhor!? Pois bem, é Preciso que procuremos fazer parte “de um processo que inclua nossa Própria Superação”. Pensar em cuidar do outro, cuidando de nós mesmos é uma tarefa tão simples! O que nos impede de executá-la!? Nosso Ego? Que diz “se você paga seus impostos, cobre de quem tem obrigação de solucionar um problema que atinge a população como um todo! O Sucesso e o Insucesso desta operação dependerão apenas de quem é pago para executá-la. O problema está longe da sua alçada em resolver!” Será que é mesmo por aí o caminho? Você está esperando adoecer para “se fazer de vítima” e arrumar um culpado que justifique “seu ato isolado de egocentrismo”!? O problema poderá se agravar quando “um ente querido vier a morrer”. Aí, o bicho pega! Correrá Ferozmente em busca do “reparo de um erro que também foi seu!” – já que se relutou a cuidar do outro, como se fosse você, quando à sua frente existia “possibilidades que dependiam de seu comprometimento” pessoal e humano. Agora, a atitude mais nobre a se tomar com certeza não será “recorrer ao Ministério Público exigindo os reparos do mal causado”. Sua Consciência lhe dirá o melhor caminho a seguir, caso não queira persistir no erro! Caso sua “visão para o que é NORMAL tenha atingido um NOVO GRAL – um tanto quanto anormal à maioria”. A Maioria que Faz a Guerra e que aprova a morte à espera da “Aprovação de Verbas” que precisam para encher os seus bolsos em nome do combate “ao mosquito, à fome, à miséria, o analfabetismo, a doença”, etc... Se na sua cidade “o mosquito não prolifera, haverá razão para o pedido de verbas!?” Gastar com o que nos dará Prazer, crescimento, motivação, bem estar parece-nos atitude bem mais inteligente. Mas depende também de nós! Do NOSSO PODER SINGULAR – que aliado à Singularidade de outros, movimentaremos harmonicamente a Grande Roda da Vida! Nossa Roda da Fortuna!

              Cleide Arantes.             
 
 

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